domingo, 25 de fevereiro de 2018

Taça Regional AC Porto XCO #1 - Folgosa

Após um curto interregno depois a temporada de Ciclocross, a época continua agora com o BTT e este fim de semana disputou-se a primeira prova da Taça Regional de XCO da Associação de Ciclismo do Porto, em Folgosa, Maia.

Foto: Sónia Carneiro
Pela frente tivemos um circuito fisicamente bem exigente, com subidas longas, zonas rápidas, zonas mais lentas e descidas onde dava para termos também bons momentos de diversão, ao qual tivemos de dar seis voltas.

O dia amanheceu com sol, mas bastante frio e com algum vento que aumentava ainda mais o sentimento de frio. Com estas condições, o piso estava seco e compacto.

Consegui arrancar bastante bem e posicionei-me desde logo dentro dos cinco primeiros e por ali andei até à segunda volta. Entretanto perdi o contacto com o grupo que seguia na luta pelo pódio e fui alcançado pelo Américo Santos, baixando para o sexto lugar, onde acabei por fazer grande parte da corrida até ao final.

Foi bom voltar ao XCO e agora há que preparar o inicio da Taça de Portugal, já no próximo fim de semana em Vila Franca, Viana do Castelo. 
Parabéns ao Filipe Ramos pela estrondosa vitória. Ao Rúben Nunes e Bruno Ferreira pelos pódios e obrigado a todos pelo apoio!


Classificação Master 30


quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Próxima corrida: Taça Regional AC Porto XCO #1 - Folgosa




Programa:

08h00 – Abertura do secretariado Corridas C1 e C2
08h45 – Reunião de Directores

09h30 – Corrida C1
Todas as categorias Femininas
Cadetes Masculinos, Master 40, 50
Promoção

10h30 – Corrida C2
Juniores, Sub-23, Elites, Master 30
12h30 – Entrega de prémios

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Campeonato Open Ciclocross Águeda #3

Corrida de despedida para mim, desta temporada de Ciclocross 2017/2018, com a participação na terceira prova do Campeonato Open de Ciclocross de Águeda.

Foto: Júlio Fernando Ornelas
Depois da participação na primeira prova desta competição, que se disputou em simultâneo com a primeira prova da Taça de Portugal, no passado mês de Novembro, não tencionava regressar aquele circuito. Ainda hoje tenho marcas no corpo da queda que tive lá nesse fim de semana e as características do circuito em si também não me agradavam. 
Mas o gosto pelo Ciclocross e o facto de achar que pelo empenho e coragem que tiveram para colocar de pé este campeonato, os organizadores mereciam uma segunda oportunidade da minha parte, decidi ir participar nesta prova, depois de ter falhado a segunda por ter coincidido com o Campeonato do Mundo na Bélgica, e não me arrependo de ter ido.

Foto: Júlio Fernando Ornelas
O traçado do circuito sofreu algumas alterações, principalmente na sua primeira metade, que na minha opinião tornaram-no bastante melhor, mais rápido e fluido e sem aquela longa secção inicial em single-track.

O facto de estarmos já em final de temporada foi muito notado em termos de adesão de participantes, o que levou a algumas alterações no formato das corridas. Desta vez os Master 30 alinharam em conjunto com as categorias de Elites, Juniores, Master 40, 50 e Femininas.

Dado o sinal de partida, consegui chegar-me para a frente do pelotão e andei na frente da corrida juntamente com o Elite Vítor Santos (Quinta das Arcas/Jetclass/Xarão) durante as primeiras duas voltas, até que entretanto ele assumiu a frente de corrida e isolou-se.
Na luta pelos Master 30 eu também estava isolado na frente, tendo encontrado o meu ritmo e apenas uma ligeira queda na quarta volta veio destabilizar momentaneamente a minha prova e assim venci, sendo seguido pelo Pedro Marques (BTT Seia) e pelo Domingos Ladislau (Code/Santa Cruz(Bicicastro).

Uma vez mais tive a oportunidade de correr com a Trek Boone 7, que voltou a confirmar as expectativas de grande máquina de CX que é.

Termina assim esta temporada de Ciclocross. Agora as atenções voltam-se para o BTT e daqui a nada já estamos com saudades do espectáculo do CX...

domingo, 28 de janeiro de 2018

Open Sentir Penafiel Ciclocross #3 - Castelões

Castelões estreou-se no mapa do Ciclocross nacional com a recepção da terceira e ultima prova da edição 2017/2018 do Open Sentir Penafiel, com um circuito duro, intenso e bastante divertido, desenhado no Parque de Lazer desta freguesia do concelho de Penafiel.

Foto: Virgínia Rodrigues
Este local já me era familiar desde há uns três anos, altura em que o descobri para fazer alguns treinos, achando desde logo que seria um bom sítio para receber uma prova de Ciclocross. Este ano as coisas proporcionaram-se e a organização do Open teve uma excelente receptividade e apoio da Junta de Freguesia de Castelões e assim foi possível encerrar esta edição com um novo e bonito circuito, que julgo ter agradado à grande maioria dos participantes.

Foto: Virgínia Rodrigues
Nesta altura do ano, já com Campeonato Nacional e a ultima prova da Taça de Portugal disputados, notou-se bastante a ausência de participantes nesta corrida, que já começam a pensar noutras coisas nesta fase, e na minha categoria foi muito notada a ausência do Rúben Nunes, que tinha as contas finais em aberto comigo na luta pela vitória entre os Master 30.

A partida foi algo atribulada, mas ainda nas primeiras centenas de metros consegui chegar à frente da corrida e tentar impor o meu ritmo. Consegui isolar-me na frente e ao longo das seis voltas fui mantendo uma boa margem sobre o Campeão Regional e colega de equipa, Augusto Midão, de regresso após a ausência em Valongo, que fez também ele uma prova sempre isolado na segunda posição e a fechar o pódio terminou o Domingos Ladislau.

Foto: Leonor Marques
Nas contas finais do Open e desde logo com a ausência do Rúben, que termina então em segundo e no terceiro posto ficou o Afonso Ferreira, que nesta prova de Castelões terminou a corrida na quarta posição.

Na despedida desta edição do Open Sentir Penafiel em Ciclocross, não posso esquecer de agradecer a todos aqueles que contribuíram para que fosse possível avançar para a terceira edição desta competição que muito me orgulha como penafidelense, em especial ao Renato e à Sofia Gaspar, sem duvida os dois grande obreiros de tudo isto.

Agradeço também o apoio e carinho que de forma especial senti nesta prova, com a presença de muitos amigos e alguns familiares que também quiseram juntar-se a esta festa que são sempre as provas de Ciclocross! Obrigado a todos!

Um agradecimento também para a Teknovelo, que para esta prova me disponibilizou uma fantástica Trek Boone 7, sem duvida uma grande máquina de Ciclocross!

No próximo domingo vamos para a ultima corrida desta intensa temporada, com a participação na Taça Centro de Ciclocross, em Águeda.

Galeria de Fotos

Classificação Master 30

Ranking Final Master 30

Resumo Vídeo

domingo, 21 de janeiro de 2018

Taça Portugal Ciclocross #5 - Ciclocross Internacional de Valongo

O Parque Aventura situado no complexo da Lipor em Ermesinde foi o local que acolheu a quinta e ultima prova da temporada 2017/2018 da Taça de Portugal de Ciclocross, num evento de Categoria 2 do calendário da União Ciclista Internacional que além dos habituais nacionais, contou com a presença de alguns atletas estrangeiros que vieram trazer brio e andamentos especiais a esta corrida.

O local escolhido, permitiu a construção de um circuito muito elogiado, bastante completo, na minha opinião, com subidas duras, zonas mais rolantes, descidas interessantes... Tinha um pouco de tudo e até a chuva veio "apimentar" um pouco mais as coisas, tornando algumas zonas escorregadias e mais técnicas.

Na minha corrida voltei a ter um dia muito positivo, sentindo-me bem desde o inicio, consegui isolar-me e manter um bom ritmo ao longo das quatro voltas ao percurso, tendo apenas um ligeiro percalço durante a terceira volta, quando a corrente da bicicleta que saltou fora da pedaleira ao passar um ressalto do terreno, obrigando-me a parar e ali perder alguns segundos, mas felizmente consegui manter a liderança até ao final.
Na segunda posição terminou o Michel Machado (Vasconha BTT Vouzela) e o Rúben Nunes (ASC) foi o terceiro, resultado que foi suficiente para lhe garantir a vitória final no conjunto dos pontos somados ao longo das cinco provas desta Taça de Portugal.
Quanto a mim, com esta vitória assegurei o segundo lugar final no ranking da Taça.

Apesar de alguns aspectos que julgo deveriam ser revistos em próximas edições, julgo que o balanço final deste primeiro Ciclocross Internacional de Valongo é francamente positivo e espero que esta tenha sido a primeira de muitas edições e que outras organizações possam seguir este exemplo, nomeadamente com a realização de provas inscritas no calendário da UCI, para que consigamos elevar o nível desta modalidade no nosso país e finalmente ser possível começarmos a ter representação portuguesa à altura, nas mais importantes competições internacionais.

Com o fecho de contas desta Taça de Portugal, começamos a sentir que aproxima-se rapidamente o final da temporada e essa sensação estranha de que daqui a poucos dias já estamos a sentir saudades deste ambiente fantástico que se costuma viver nas provas de Ciclocross.

Mas, entretanto ainda podemos desfrutar em mais duas provas e já no próximo domingo temos Open Sentir Penafiel, que também fecha as suas contas em Castelões.

Classificação Master 30

Ranking Final da Taça de Portugal Ciclocross Master 30

Resumo Video UVP-FPC