Neste fim de semana não tinha prevista nenhuma prova no calendário competitivo, no entanto surgiu a possibilidade de alinhar no 8º BTT XCO Centro de Ciclismo do Minho, em Souto Santa Maria, Guimarães e assim aproveitamos para competir mais uma vez, nesta época atípica que vamos ultrapassando.
O circuito já era bem conhecido, depois de ali se ter disputado o Campeonato Nacional de XCO em 2019 e uma das provas da Taça de Portugal no ano passado, sendo que se em termos de traçado não havia grandes alterações, a maior novidade acabou por ser o piso húmido que encontramos, uma vez que nas outras duas ocasiões encontramos sempre piso super seco.
Já sem chuva e com o sol a fazer-se sentir e a subir as temperaturas, mas ainda com alguma lama num ou outro ponto do percurso, consegui partir bem e ainda durante a primeira volta assumi a liderança da corrida, que seria disputada em cinco voltas.
Felizmente consegui manter um bom ritmo e aos poucos fui construindo uma vantagem que permitiu manter a prova controlada sobre os adversários que vinham na perseguição e acabei assim por vencer o que naturalmente me deixa bastante feliz.
Parabéns aos "nuestros hermanos" Ivan Pereira (Clube de Montanha Xesteiras) e Juan Chapela (Master Morrazo) pelo segundo e terceiro lugares respectivamente.
Uma palavra de agradecimento também à Associação de Ciclismo do Minho e a todas as entidades que contribuíram para que fosse possível a retoma desta competição regional de BTT nesta fase de pandemia que nos vem afectando o dia-a-dia.
No próximo fim de semana regressa a Taça de Portugal de XCO, em Marrazes,Leiria.
Segunda prova do calendário da Taça de Portugal de XCO, desta vez a corrida foi "quase em casa". Rumamos então até Lousada para dar seguimento ao calendário, que aos poucos vai retomando a sua actividade.
Depois da corrida inaugural na temporada passada a contar para a Taça Regional da Associação de Ciclismo do Porto, este ano a pista de XCO permanente do Complexo Desportivo de Lousada estreou-se na recepção de eventos internacionais, com o Figueiras BTT a assumir então a organização da segunda ronda da Taça de Portugal.
Foto: Eduardo Campos
Apesar dos condicionalismos protocolares devido à pandemia de Covid-19, o bom tempo a fazer-se sentir e tivemos um evento bastante participado nas diversas categorias em competição.
Entre os Master 40 alinhamos 46 corredores à partida para uma prova a disputar em seis voltas ao circuito. Parti bem e liderei a corrida quase até ao inicio da terceira volta, sendo depois alcançado pelo Nuno Inácio (BTT Gardunha/Fundão/Create), que acabou por se mostrar mais forte na fase final da prova e venceu com 47 segundos de vantagem sobre mim.
Foto: Eduardo Campos
Depois de uma corrida em recuperação, o José Magalhães (Guilhabreu BTT) alcançou o terceiro lugar do pódio.
Disputadas que estão as duas primeiras corridas desta Taça de Portugal, seguimos na liderança do ranking e agora há que preparar a próxima, que será disputada a 23 de Maio, em Marrazes, Leiria.
Obrigado equipa, patrocinadores e a tod@s pelo apoio.
Curiosamente, mais de cinco meses após termos estado em Melgaço para o arranque da Taça de Portugal de Ciclocrosse, e de poucos dias depois vermos uma reviravolta nos calendários competitivos, que acabariam com o cancelamento da temporada de CX, regressamos agora em Abril à bela e acolhedora localidade minhota, desta vez para o início da temporada 2021 da Taça de Portugal de Cross-Country Olímpico (XCO), em plena fase de desconfinamento do país e num momento em que todos esperamos que este seja finalmente o começo sem retrocessos do regresso à normalidade das nossas vidas.
Uma vez mais Melgaço voltou a não desiludir no acolhimento de uma prova da Taça de Portugal. Já por ali tinha corrido várias vezes Ciclocrosse e Maratonas e desta vez foi a minha estreia no XCO.
Para esta prova foi desenhado um circuito praticamente novo face ao ali existente, onde até agora de disputaram algumas provas do Regional do Minho.
Quanto a mim, o resultado final destas alterações foi uma pista muito bem conseguida, caracterizada pela exigência técnica e física, marcadamente por obstáculos naturais do terreno onde está situada, com bastante pedra nalguns pontos e algumas subidas também exigentes.
Tivemos boas listas de participantes em todas as categorias, e no caso da minha, Master 40, alinhamos cerca de 50 corredores à partida para uma corrida disputada em quatro voltas ao percurso.
Felizmente consegui fazer uma prova bastante regular, tendo conseguido assumir a liderança durante a primeira volta, posição que consegui salvaguardar até ao final para assim conseguir a minha primeira vitória com a camisola de Campeão Nacional de XCO envergada, o que naturalmente me deixa feliz.
Na segunda posição terminou o espanhol Ivan Pereira (RS Bike Boiro CC), seguido pelo Marco Macedo (Saertex Portugal- Edeatech) na terceira posição.
Um agradecimento especial às nossas Directoras Desportivas, Cristina Sousa e Clara Moura por todo o apoio e foi bom poder reencontrar o pessoal da equipa depois de tanto tempo sem nos vermos.
Parabéns também à organização da prova, que mesmo em tempos difíceis como os que atravessamos, conseguiu colocar de pé um evento de excelente nível.
A próxima prova está agendada para o fim de semana de 1 e 2 de Maio, no circuito permanente do Complexo Desportivo de Lousada, sendo a segunda da Taça de Portugal de XCO.
Estes continuam a ser tempos marcados pela pandemia de COVID-19, mas, apesar das dificuldades, o Ciclismo continua a dar sinais de vida e este fim de semana tivemos em Melgaço o tão desejado arranque da Taça de Portugal de Ciclocrosse.
O Centro de Estágios de Melgaço, recebeu pelo quarto ano consecutivo a caravana nacional da modalidade, num fim de semana em que a chuva apareceu por diversas vezes, apesar de durante praticamente toda a manhã ter dado "tréguas". Apesar disso, algumas partes do percurso começaram a ficar bastante escorregadias e com lama.
Foto: UVP-FPC
Na corrida Master 40 alinhamos 16 dos 29 inscritos, sendo bastante notada a ausência dos corredores espanhóis, que talvez não tenham comparecido devido à necessidade de apresentação de um teste à covid realizado nas 72 horas anteriores à prova. Mesmo assim, alinharam dois, que acabaram por acrescentar bastante qualidade à corrida.
Dada a partida, arranquei bem e desde logo assumi a liderança. Nesses primeiros minutos consegui abrir alguma vantagem, mas acabei por ser alcançado à entrada da segunda volta pelo Israel Castañeda (Taymory - Ridley Team CX) que vinha com um andamento forte e passou para a liderança.
Foto: UVP-FPC
Tentei seguir com ele, mas aos poucos foi-se criando espaço entre nós até que perdi o contacto. Na terceira volta a diferença andaria já acima dos 20 segundos, reduzindo-se depois ao longo da ultima, onde tentei tudo para me aproximar, mas o esforço não foi suficiente e a vitória acabou justamente por ir para ele.
No terceiro lugar terminou outro espanhol, o galego Constantino Muñoz (Grupeta Pan de Zarico) .
Acho que foi uma corrida bonita de se ver, mas sem publico a assistir e a puxar por nós, o ambiente em prova torna-se estranho!
Obrigado equipa Rompe Trilhos /ajpcar e patrocinadores por todo o apoio e obrigado também à organização, Municipio de Melgaço, Associação de Ciclismo do Minho e Federação Portuguesa de Ciclismo por terem colocado de pé o evento.